quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PEC 241 - A lenda 'çocialista'

Não suporto gente que fica MARTELANDO uma coisa que não existe...
Vou dar a essa gente que fica MARTELANDO sobre a PEC 241 reduzir o investimento em EDUCAÇÃO, uma chance de PARAR de reproduzir lixo e besteira nas redes sociais.
Não seria preciso, se pelo menos tivessem o trabalho de LER a PEC, mas não leem. Ficam só compartilhando asneiras ideológicas.
Leiam este textinho extraido da Folha de S.Paulo, onde escrevem os piores articulistas vermelho-sangue dos assassinados pelos regimes 'çocialistas' pelo mundo:

"Vejam, por exemplo, a pérola de Vladimir Safatle, aqui na Folha: 'o Brasil gasta US$ 3.000 por aluno do ensino básico, enquanto os outros países da OCDE (...) gastam, em média, US$ 8.200', concluindo que a situação piorará nos próximos 20 anos, por conta e obra da PEC 241.
À parte comparar o Brasil (renda per capita ao redor de US$ 15 mil) com países bem mais ricos (renda per capita média na casa de US$ 37 mil), Safatle se "esquece" de mencionar que: 
(1) o gasto com educação básica (três quartos da despesa pública com educação em geral) é de responsabilidade de Estados e municípios, que não estão sujeitos ao teto (assim como o Fundeb); 
(2) esse gasto representa 18% da despesa pública total, o que colocaria o Brasil em terceiro lugar entre países da OCDE, bem acima da média; 
(3) o gasto total com educação no Brasil é de 5,6% do PIB, pouco superior à média da OCDE (5,2% do PIB); 
(4) apesar disso, os resultados do país são lamentáveis (58º entre 65 países no exame Pisa); e, finalmente, 
(5) a PEC não limita o gasto com educação, que pode subir mais do que a inflação, desde que outras despesas cresçam menos.
Alguns desses pontos requerem 15 minutos de pesquisa; outros seriam esclarecidos com a mera leitura da PEC 241, que anuncia sua aplicação apenas para o governo federal no artigo 101, enquanto o artigo 104 deixa claro haver piso (mas não teto) de gasto em saúde e educação. Isto dito, para que se dar ao trabalho de ler a proposta e pesquisar se a conclusão está tomada a priori?"

terça-feira, 18 de outubro de 2016

TSE Está só Brincando

Subiu para R$ 1,41 bilhão o montante de doações eleitorais suspeitas na campanha municipal de 2016. Isso correponde a mais da metade de todo o dinheiro doado a candidatos e partidos: R$ 2,227 bilhões. A nova cifra foi revelada no levantamento mais recente do Tribunal Superior Eleitoral, divulgado nesta segunda-feira. Entre os lançamentos suspeitos há um beneficiário do Bolsa Família que aparece como doador de R$ 75 milhões. Outro beneficiário do programa assistencial do governo emerge do cruzamento de dados como sócio de uma empresa de produções que faturou R$ 3,57 milhões por serviços prestados às campanhas.
Outro doador despejou nas campanhas R$ 50 milhões. Esse não consta do cadastro do Bolsa Família. Mas tampouco exibe renda compatível com a generosidade. Há também no levantamento um prefeito que despejou nas arcas do diretório municipal do seu partido a bagatela de R$ 60 milhões. Não é só: o número de doadores mortos subiu para 290. Juntos, os casos considerados suspeitos somam 259.968 lançamentos. Os dados foram recolhidos em órgãos de controle que firmaram parceria com a Justiça Eleitroal. Coube ao Tribunal de Contas da União fazer o cruzamento das informações.
Este é o sexto levantamento parcial sobre a contabilidade das campanhas que o TSE divulga. O primeiro veio à luz no início de setembro. As suspeitas de irregularidades somavam, então, R$ 116 milhões. A cifra malcheirosa foi subindo uma semana após a outra. Passou de R$ 275 milhões na semana seguinte. Foi a R$ 388 milhões na terceira semana. Bateu em R$ 554 milhões no dia 27 de setembro. Chegou a R$ 659 milhões em 4 de outubro. E alcançou a cifra de R$ 1,41 neste novo levantamento, que foi fechado na última sexta-feira (14) e divulgado nesta segunda (17).
O TSE conta os milagres sem divulgar os nomes dos santos —doadores e recebedores. Mantém os nomes dos suspeitos em segredo sob a alegação de que o levantamento apresenta indícios de fraudes que ainda estão em fase de apuração. Segundo o tribunal, as informações foram “compartilhadas” com o Ministério Público Eleitoral. Os dados sobre “clientes” do Bolsa Família foram repassados ao Ministério do Desenvolvimento Social. De resto, os indícios de malfeitos foram colocados à disposição dos juízes eleitorais. Instrução normativa baixada pelo TSE no último dia 16 de agosto prevê que os juízes darão prioridade à elucidação desses casos.
By Josias de Sousa
Como vocês leram acima, o TSE divulga mas não mostra... Isso não é transparência! Se ainda está em investigação, não deveria divulgar. Pior: o que vai fazer a respeito? MULTAR? 
Sabemos que, quem está com essa grana toda pra 'investir' em eleição, está se lixando pra multinhas do TSE. O que queremos é a PUNIÇÃO exemplar: FRAUDOU eleições, perde o mandato, vai preso e fica INELEGÍVEL permanentemente. Quem não sabe exercer a DEMOCRACIA pelo voto não pode participar da festa...

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Coeficiente Eleitoral - Enganando eleitores

Dentre os maiores absurdos da nossa legislação eleitoral, talvez o MAIOR seja este tal coeficiente eleitoral, que ENGANA os eleitores: são eleitos não OS MAIS VOTADOS, mas parte deles em função da participação dos partidos políticos na totalização de votos. Uma aberração!
E chamam isso de DEMOCRACIA...

Peguei o exemplo do Rio de Janeiro, porque vai ter segundo turno para eleição do PREFEITO, então talvez seja prudente ver a composição da CÂMARA MUNICIPAL eleita, antes de dar seu voto para alguém que não vai conseguir fazer NADA pela cidade, só se a maioria parlamentar da Câmara deixar.

Estes foram os eleitos e seriam se o critério fosse APENAS a MAIOR quantidade de votos obtidos:


Agora a coisa começa a mudar... Como vocês podem ver, estes seriam eleitos (como efetivamente foram) mas já seriam classificados diferentemente do que preconiza a atual legislação eleitoral. Se fosse APENAS pelo critério de maior quantidade de votos (cor laranja), seriam elencados assim:


Mas o 'bicho pega' mesmo é nas últimas colocações, quando gente com 0,21% dos votos foi eleita e até quem teve 0,55%, ficou de fora:


Em São Paulo o PT elegeu NOVE vereadores, mas poderia ter elegido MENOS dois se não fosse a votação de Eduardo Suplicy, que puxou a votação da legenda, eliminando outros concorrentes de partidos adversários que seriam MAIS ÚTEIS a cidade.
Em Curitiba foram NOVE vereadores mais bem votados que outros, com METADE das suas votações, a ficar de fora da Câmara.

POR ISSO É TÃO IMPORTANTE QUE VOCÊ CONHEÇA
PRESSIONE SEU PARLAMENTAR (Deputado Federal e Senador)
PARA QUE O BRASIL PASSE A ADOTAR ESTE SISTEMA.